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Não quero apenas boas lembranças

histórias da vovo

“No meu tempo”, “Naquela época”,”Quando eu era criança”. Essas são frases que iniciam inúmeras histórias de infância de pessoas, hoje já adultas, e outras nem tanto, que lembram com nostalgia dos momentos divertidos que passavam na beira de córregos ou rios que cortam suas cidades. Por que hoje em dia essas mesmas pessoas já não falam com o mesmo orgulho de lugares de tantas lembranças boas? O que aconteceu? A resposta é que tais lugares foram vítimas, de cobiça, especulação, desconhecimento e depredação. Esses outrora recanto de belezas, só existem agora no imaginário. São números de uma trágica e rotineira receita de usurpação da natureza que transforma o belo no feio, o atrativo, no repulsivo. O processo começa sempre no estabelecimento do homem que não se contenta apenas em contemplar, se divertir, se orgulhar e até mesmo retirar o sustento, ele precisa predar, a harmonia inexiste, há somente uma relação unilateral, não é competição, o próprio homem logo sente na pele que de ambos os lados só existem perdedores. Agimos tal qual um parasita, que retira seu sustento independente da condição de sua vítima, agindo somente em benefício próprio. Esgotar não rima com viver. Não é necessário contar sempre as mesmas histórias,que começam felizes e terminam tristes. Precisamos de histórias com final feliz, onde a felicidade vai passando como a história de nossos avós, de geração em geração.

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